Cada vez mais o home office e o coworking encontram espaço no mercado de trabalho. Os profissionais, geralmente autônomos e empreendedores de startups, decidem trabalhar em casa, administrar seu próprio tempo e ainda economizar nas despesas com escritório. Já aqueles que optam por um escritório compartilhado buscam o intercâmbio de ideias que o coworking proporciona e ainda aproveitam o custo-benefício desse espaço de trabalho. Em vez de alugar uma sala comercial exclusiva, empresas estão optando por espaços menores que são compartilhados com outros profissionais. Ali, salas de reunião, recepção e cozinha são ambientes comuns.

O negócio é atrativo tanto para prestadores de serviço como para lojas virtuais, que não precisam de espaço físico para receber seus clientes, tampouco expor seus produtos. Contudo, o desafio para esses investidores é administrar o estoque ou até mesmo encontrar espaço apropriado para armazenar documentos importantes e, inclusive, confidenciais. Nesse aspecto, nem home office nem coworking não dão conta do recado.

O aluguel de unidades autônomas (box) surge como alternativa interessante para esse impasse. Por trabalhar com contratos mensais a partir de R$ 200 e sem exigência de fiador, condomínio e IPTU, o self storage se torna, além de prático, uma opção financeiramente vantajosa. Quem contrata pode escolher o box do tamanho da sua necessidade, desde 3 m² até os mais amplos, de 20 m². Com segurança e monitoramento 24h, os pertences ficam seguros e a privacidade é total, pois só o usuário pode acessar seu próprio box.

A D-ESPAÇO, localizada em Curitiba, às margens da Linha Verde, se diferencia pela oferta de acesso 24h – uma exceção no mercado brasileiro. Assim, os profissionais podem buscar suas mercadorias e pertences a qualquer tempo. O espaço de escritório e sala de reuniões disponíveis sem custo adicional são uma praticidade extra para aqueles que precisam receber fornecedores e clientes no local.

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