Estímulos concedidos pelo governo federal impulsionaram o segmento no primeiro semestre deste ano, depois, o setor manteve-se estático e, para 2014, espera-se novos investimentos que acelerem a compra e a venda de máquinas. De acordo com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), haverá um crescimento de 2% no Produto Interno Bruto (PIB) da construção em 2013 e, para o ano que vem, a entidade prevê um crescimento de 3% a 4%.

Para que isso ocorra, o país deve ter ampliada sua capacidade produtiva e ter maior investimento em infraestrutura, além disso, a Copa do Mundo de 2014, a Olimpíada de 2016 e o aquecimento do ramo imobiliário deverão garantir crescimento ao setor de máquinas pesadas para a construção. Os pacotes de concessões do governo federal e programas como o “Minha Casa, Minha Vida” e o PAC garantem a entidade mais otimismo.

De acordo com Brett Davis, presidente do Banco CNH Capital, o Brasil é um país em extrema expansão e as perspectivas seguem tímidas, porém, em crescimento. “A necessidade de investimentos em infraestrutura, bem como a demanda crescente de construção civil, norteiam o mercado para máquinas de construção. No médio e longo prazos, haverá necessidade de equipamentos para suprir esses gargalos. No curto prazo (2014), o ano deverá ser parecido com o de 2013. Há grande espaço para o crescimento no mercado de máquinas de construção (principalmente linha amarela) se comparado com outros países em desenvolvimento”.


Share this article